Meu relacionamento

O que não me disseram sobre a vida a doisSe houveram alguns desvios, dissabores ao longo da caminhada conjugal, é possível vivermos as retomadas.

Este livro, de maneira muito pratica,  apresenta as questões mais comuns que conduzem um relacionamento às crises.
Contudo a intenção do autor para este livro é apresentar meios para uma retomada de atitude em meio as dificuldades ainda que sejam dolorosas.

Somos capazes de aprender a partir dos fatos e através de nossas experiências podemos estabelecer conceitos para aquilo que desejamos como plano de vida para o futuro. More »

As dores de um segredo

Dos segredinhos de crianças a outros de adultos, todos têm algo em  comum: O temor de ser descoberto!

No começo de um relacionamento, é bem comum, entre uma conversa e outra, os namorados quererem saber da história daquela pessoa com quem se relaciona. Nessa pesquisa, estarão os interesses sobre os acontecimentos do antigo relacionamento da(o)  namorada(o) entre outras coisas. Mesmo que não seja verbalizado, estabelecemos um pacto de fidelidade com a verdade, a fim de que nada possa ser motivo para a desconfiança. Leia mais

A intimidade do beijoO beijo na boca é um dos carinhos que, dado ao valor sua intimidade, eleva a qualidade do relacionamento

Na vida conjugal, o envolvimento íntimo é perfeitamente concebível e muito importante de ser cultivado. Entretanto, alguns casais que já convivem há algum tempo podem deixar de lado alguns pequenos hábitos – característicos dos envolvimentos românticos – sem perceber. Quando é comentado sobre o assunto, dizem ter perdido o romantismo, que isso é coisa própria de “namoradinhos” ou de recém-casados… leia mais

Uma prova de amorHá aqueles que tentam convencer a namorada de que, para  provar o seu amor, eles deveriam viver a intimidade.

Para saber se existe amor entre duas pessoas não é necessário fazer alguns testes. Um relacionamento verdadeiro não altera nosso organismo a ponto de algo ser detectado num exame laboratorial, nem pode ser medido pela quantidade de presentes valiosos que recebemos. Podemos nos encantar com a beleza de alguém, mas seus atributos e sua performance na intimidade não nos garantem que tal pessoa seja aquela que esperamos ser o (a) esposo (a) perfeito (a). leia mais

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Quanto maior for a confiança mútua, tanto maior será o enriquecimento de nossos relacionamentos.

Todos nós temos diferentes graus de amizades e sabemos que a partir desse primeiro nível de relacionamento outros sentimentos poderão aflorar. A palavra “amizade” é definida pelo dicionário como fielafeição, simpatia, estima ou ternura entre as pessoas que geralmente não estão ligadas por laços de família. Ao estabelecermos fortes vínculos com pessoas, que não foram educadas sob os mesmos princípios nossos – identificando-nos com elas e as considerando dignas de confiança – nasce a amizade.


Podcast


Quem conquistou uma verdadeira amizade, deposita e acredita na integridade do amigo a ponto de destacar suas qualidades dentre outras pessoas conhecidas. Tornamo-nos mais próximos à medida que se desenvolvem os laços de amizade.
Sem medo, fazemos dessa pessoa uma fiel depositária dos nossos sonhos, partilhamos nossas necessidades, dores, crises e choramos, juntos, se for preciso. Sentimo-nos amados e correspondemos a esse amor manifestando também o nosso carinho por esta pessoa.

Quanto maior for a confiança mútua, tanto maior será o enriquecimento de nossos relacionamentos. Embora possam surgir algumas desavenças, uma amizade verdadeira resistirá às situações de dificuldade. Entretanto, a credibilidade, que se tem por alguém, desaparece quando aquilo que pensávamos ter sido verdadeiro é descoberto como uma farsa, mentira ou uma maquinação para se tirar, de alguma maneira, proveito do relacionamento estabelecido.
Se a confiança mútua enriquece e fortalece nossos vínculos, a desconfiança nos faz ficar em constante “estado de alerta”, tanto por parte de quem causou a situação como para quem foi vítima dela. Como se costuma dizer: estaremos sempre dormindo com um olho aberto e outro fechado quando estivermos perto dessa pessoa.

Quando alguém sofre algum tipo de decepção, mesmo que seja em ambiente de trabalho, dificilmente as pessoas quererão integrar em uma mesma equipe com quem a causou. Imaginemos a dificuldade do convívio, se a confiança for abalada, dentro de um relacionamento mais estreito em que o casal faz planos para o futuro ou entre sócios de um empreendimento?

Uma vez desconfiados, como poderemos partilhar aquilo que consideramos importante com alguém que rompeu um tratado de “cumplicidade”?
Por mais que este insista em dizer que se corrigiu e que mudou seu comportamento, para a pessoa, que se sentiu enganada, restará a dificuldade em viver a mesma cumplicidade de antes.

Diante da triste experiência, percebemos não ter escolhido a pessoa certa para depositarmos nossa confiança. Reconhecer nosso erro, por alguma coisa que não deu certo com determinada pessoa, é uma virtude. Das amargas experiências vividas nos relacionamentos, aprendemos que há uma grande diferença entre um verdadeiro amigo e um conhecido.

Para se viver a cumplicidade necessária dentro de qualquer relacionamento, seja este comercial ou não, a confiança é fundamental. Se acreditamos no provérbio que diz sobre o tesouro que se tem aquele que encontrou um amigo, vale a pena garimpar atentamente para se alcançar tal riqueza e evitar maiores aborrecimentos.

Leia tambem: A amizade que “sub-trai”

Um abraço,

Dado Moura

dois-querem.jpgSabemos perfeitamente o sentido de um velho e conhecido ditado popular: “Quando um não quer, dois não brigam!” Entendemos as situações em que este é aplicado, mas, muitas vezes, nos parece que, inebriados pelo desejo, pouco se faz para se combater aquilo que arde dentro de nós. Como poderíamos evitar as situações em que uma outra frase poderia ser perfeitamente aplicada: “Quando dois querem o que não podem”.


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Há muitos anos atrás, a gente só tinha conhecimento do que nossos pais não queriam que fizéssemos e raras foram as vezes em que conhecíamos os motivos de tal proibição. Fomos, de certa maneira, até bem orientados dentro das limitações e da boa intenção deles. No entanto, ao vislumbrar o mundo novo prometido que se despontava, e seduzidos pelos sinais de uma pseudo-autonomia, permitimo-nos atravessar as fronteiras e romper os limites daquilo que, até pouco tempo, era o nosso “fruto da árvore proibida”.

Na peraltice de moleques, arriscamos roubar frutas do pomar dos outros, nadamos em rios, “matamos” aulas para ficar à toa na cidade, entre outras coisas… Com o passar do tempo, crescemos e com a gente cresceu também a peraltice. Se namorássemos às escondidas, tínhamos de ficar como as marmotas, atentos para evitar sermos vistos por alguém conhecido… E se, de repente, fôssemos interpelados por alguém, agíamos como camaleões, tentando disfarçar.

E se fumássemos às escondidas, tentando ostentar uma autonomia “volátil”, tínhamos de trazer balas nos bolsos… Entretanto, esquecíamos da roupa impregnada da fumaça do cigarro. Quem não se lembra dos apuros, preocupações e complicações em que nos metíamos quando pactuávamos com um colega ou namorado(a) a fazer o que não nos era permitido? A companhia do outro, muitas vezes, parecia nos dar forças para reincidir ou cometer nosso “crime” secreto.

Acredito que quando duas pessoas são cúmplices do mesmo desejo, e o alimentam, a concretização dele é quase certa. Entretanto, buscar ajuda com pessoas de confiança nos ajudará a sair desse transe e a voltarmos a colocar os pés no chão.

Quantas meninas não vivem o desespero de enfrentar as conseqüências de uma atividade sexual prematura, enfrentando a maternidade, quando mal conhecem seu próprio corpo. E quantos meninos, tentando garantir sua masculinidade, se apóiam na bebida, passando a noite embriagados nas calçadas. Por outro lado, muitos adultos ferem a sua cumplicidade com o outro, quando decidem romper com suas responsabilidades nas “escapulidas”, ainda que seja por um momento.

Em qualquer situação, precisaremos pensar em uma desculpa satisfatória para justificar o “delito” cometido, além de permanecer em constante vigilância para não se contradizer. Sabemos que, logo após termos feito o que não nos era permitido, a sensação era a de não ter valido a pena. Na verdade, nossos valores morais gritam por uma mudança de vida, e não “pactuam” com o que estamos ou temos vivido.

Nossa alma clama pela conversão, a qual se inicia a partir da retomada e aprofundamento de todos os ensinamentos deixados deliberadamente para trás. A companhia dos meus amigos, assim como a minha para eles, tem de agir como instrumento de crescimento e não como uma serpente sedutora.

Que a minha presença, junto a cada um de vocês, seja mais um impulso para alçar um vôo ainda maior.

Deus abençoe a nós todos.

Dado Moura

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