Meu relacionamento
foto: Wesley Almeida

foto: Wesley Almeida

O sonho da aposentadoria pode embalar  viagens ao redor do mundo, a mudança de cidade quem sabe até do país, mas isso não é para todos.

Se há uma coisa que parece ser cada vez mais impossível de acontecer, talvez, seja a chegada da aposentadoria.  Mas o caminho para chegar até aqui não é fácil a ninguém.
Ainda muito jovem, com o fim da primeira fase dos estudos,  com maturidade ou não,  já somos obrigados a escolher uma profissão.
A referencia que se tinha em mãos era apenas informações de algum profissional amigo ou o Guia do Estudante em que se pautava na profissão de maior rentabilidade.  E o desejo de  garantir a tranqüilidade  financeira sempre foi objeto de conquista More »

Avós, verdadeiros tesouros em nossa vida

Quem de nós, quando criança, nunca contou os dias para passear na casa dos nossos avós, durante o período de férias?
Há no calendário um dia especial para celebramos o Dia dos Avós (26/jul), mas para quem soube aproveitar da riqueza dessas pessoas em sua vida, percebe o quanto eles contribuíram para a nossa formação. Nos dias atuais, a presença dos avós tem sido cada vez mais constante e necessária no cenário atual, visto que os pais precisam trabalhar fora. More »

Fazer o bem ao idoso não é perda de tempoPrecisaremos também  envolver nossos anciãos naquilo que acontece na família, pois Fazer o bem ao idoso não é perda de tempo.

Fazer o bem é ir ao encontro das necessidades de alguém. Mas isso, exige da pessoa a disposição para deixar o seu conforto para fazer uma boa ação em favor de outrem.
Se ao prestarmos ajuda a uma pessoa estranha já nos traz a sensação de satisfação, maior deveria ser a alegria quando nos dispuséssemos a amparar nossos idosos, aqueles que fizeram parte da nossa história, sejam esses pais ou avós.

Para alguns idosos, envelhecer é viver a humilhação, pois a sensação para eles é de que no mundo já não têm mais o seu lugar. Para outros, a velhice pode significar, muitas vezes, suplicar para que sejam notados na convivência com seus parentes. Leia mais

O envelhecimento não abre exceções para ninguémO envelhecimento não pode nos assustar  mas com ele precisamos aprender a ser menos crítico com as nossas imperfeições

Envelhecer é perceber a ação implacável do tempo sobre a nossa natureza.  É reconhecer que a cada ano diminui a nossa vitalidade para aquelas coisas que, anteriormente,  parecia não demandar esforços.
A  pele já não tem a mesma elasticidade de quem tinha 15 anos e por isso facilmente se percebe as pequenas dobras junto dos olhos, nas mãos,  além de algumas outras manchas provocadas pelo sol. Os cabelos, aqueles que ainda restam, perdem  a cor e os olhos já não conseguem ler senão,  com a ajuda dos óculos… E esse fenômeno não abre exceções para ninguém. leia mais

As histórias da vovóNossas crianças, ainda que sejam muito novas para a leitura de um pequeno livro, elas poderão se encantar com as histórias da vovó

O primeiro livro que a maioria das crianças tem acesso, certamente, é um livro de contos infantis.  Acredito, inclusive, que nenhum outro gênero literário alargue tanto as fronteiras da imaginação de nossos filhos, como acontece através da leitura desse gênero literário.
Crianças de qualquer idade podem se beneficiar dessa experiência que contribui com o aprendizado mais rápido e traz como benefício extra, o enriquecimento do seu vocabulário. leia mais

Avós, pais da história famíliarAtravés dos causos de família; narrados ao ritmo da (o) vovó (ô), passamos a conhecer a história dos nossos pais quando crianças.

Da mesma maneira que a presença dos pais é importante na vida dos filhos, a participação dos avôs na vida dos netos não poderia ser diferente. Embora a minha infância tenha ficado para trás há muito tempo, as lembranças das coisas que meus avôs me fizeram são tão vivas na minha memória, como se as tivessem acontecido ontem.

Muitas pessoas alcançaram larga expectativa de vida e com isso conseguiram conhecer os filhos da sua segunda ou até de sua terceira geração. Com tanta experiência de vida, os avôs acabam vivendo algumas dificuldades de convivência, não com a nova geração, mas com os pais de seus netos. leia mais

Idoso, quando tudo parece conspirarPor mais importante que seja o que eles têm a falar, poucos se detêm para ouvi-los.

Todos têm algo para oferecer, independentemente da idade. As crianças, ainda que não cooperem com sua força física, contribuem com a alegria em uma casa. E com o passar dos dias, os nossos pequenos irão fazer novas descobertas, adquirindo uma nova percepção a respeito do mundo. Após alguns anos, eles passarão pela puberdade, entrarão na vida adulta e, pouco a pouco, a presença deles se tornará mais participativa na sociedade.
No ciclo da vida, como todas as coisas, aquelas crianças, que um dia encantaram a família com sua destreza, também vão adentrar na terceira fase da vida e já não chamarão mais a atenção como antes. Por terem se tornado pessoas “velhas”, nem o conhecimento absorvido ao longo dos anos as tirará do “exílio” social. leia mais

 

vo.jpgAssim são os idosos, pessoas que trazem impregnado nelas o testemunho de uma geração devido ao acúmulo dos anos vividos. Para eles, hoje, o tempo não tem a mesma importância de outrora e, se ainda usam o relógio de pulso é apenas como um acessório. Com a idade avançada, os passos se tornam mais lentos e os sentidos debilitados, alguns ainda mantêm a lucidez suficiente para contar suas repetidas histórias, as quais parecem ter importância, sobretudo, para os netinhos.

Pessoas – que merecem atenção e respeito – são discriminadas pela sociedade por considerá-las fora de um padrão estipulado como ideal. Aliás, convencionou-se que uma pessoa é idosa aos 65 anos de idade. Sabemos que muitas delas ainda têm condições de contribuir em muito com a mesma sociedade que as discrimina e descarta. Entretanto, muitas vezes, essa convenção ditada pelo meio social traz para a pessoa mais velha a sensação de que ela é um estorvo, incapaz de produzir ou oferecer alguma coisa útil.

A cultura imposta pela sociedade a respeito do idoso, gradativamente, é aplicada dentro de muitos lares. Infelizmente, em algumas famílias o comentário que se faz a respeito do mais velho é o comparando a um traste, alguém que somente dá trabalho, uma pessoa lerda e caduca ou cheia de doenças. Esquecem que aquele que agora tem a pele frouxa, sensível e uma visão fraca, em outros tempos, dedicou muito de sua vida no cuidado deles, quando eram bebês indefesos, os quais hoje deveriam retribuir com os mesmos gestos de carinho e respeito.

Sabemos que, a cada novo dia, os anos de vida se tornam mais pesados – tanto para os mais novos quanto aos mais velhos. Para estes, em especial, as tarefas mais simples do dia-a-dia se tornam cada vez mais difíceis, obrigando-os a se tornarem dependentes e merecedores dos mesmos cuidados que se aplicam às crianças.

Independentemente da nacionalidade, raça, cor ou condições financeiras, a natureza nos força a trilhar os mesmos caminhos percorridos por aqueles que nos antecedem. Se não houver a valorização dos méritos das pessoas mais velhas de nossa parte, nossos filhos estarão crescendo e sendo formados sob os mesmos conceitos, aos quais provavelmente nós é que seremos submetidos em alguns anos. Lembremos que podemos ser tratados pelos nossos jovens da mesma maneira que estamos ensinando-os a tratar os seus idosos.

Aqueles que souberem aproveitar do convívio com os mais velhos terão muito a aprender com seus conselhos. Pois estes, apesar de terem as forças tragadas pelos anos, vão continuarnos ensinando com a atitude humilde de permitir que sejam guiados ou até mesmo ajudados na sua higiene pessoal.

Com a riqueza acumulada ao longo dos anos, a presença dos mais velhos traz para os mais novos o tesouro daqueles que aprenderam a ver o mundo com os olhos do coração. Ainda que não tenham mais o mesmo vigor destes, nossos velhos detêm o conhecimento e a sabedoria que não se aprendem em livros e estão sempre dispostos a partilhar tal riqueza.

Se não podemos mudar o conceito do mundo a respeito dos idosos, muito podemos fazer no nosso universo familiar. O respeito começa em casa.

Um abraço

Dado Moura

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