Meu relacionamento

Namoro na viuvezNós geralmente não pensamos na possibilidade de viver sozinhos, especialmente quando estamos casados. Contudo, sabemos que ninguém nasceu para viver eternamente e, certamente, um dia, um dos cônjuges partirá e o outro passará a viver um estado de vida, que chegará de repente, sem ao menos lhe dar opção de escolha: A viuvez.

Algumas pessoas – após o convívio com o cônjuge partilhando alegrias, dificuldades e desafios, vivendo os mesmos objetivos – nos dão a impressão de que o tempo de vida comum a dois as fez viver quase que como “siamesas”. Essas pessoas não conseguem se imaginar sozinhas. Embora tendo ainda filhos por perto, o viúvo nem sempre conseguirá derrotar a solidão, a qual muitos não desejam ter como parceira de vida. leia mais

O que aprendemos com a morte

A sensação de perda atinge tanto aqueles que viveram apaixonados como a outros, por muitos motivos, deixaram o orgulho ou a insensatez levantar “paredes” entre os seus relacionamentos.

Sabemos que ninguém viverá eternamente senão aqueles imortalizados em nossas lembranças por causa da sua história de vida. Celebramos a vida, mas a morte vem sempre a nos questionar. De maneira especial, no dia 2 de novembro lembramos daqueles que passaram por nossa vida, mas que já não estão entre nós. Muitas pessoas aproveitarão esta data para elevar suas preces ao céu em homenagem às almas que morreram na esperança da vida eterna. Outros se emocionarão ao visitar o túmulo de seus parentes e amigos. De um modo ou de outro, será a maneira de recordar a importância de alguém em nossa vida. leia mais

A maneira que temos para controlar o sentimento de medo pode estar na maneira como reagimos a ele.

Todos nós sentimos algum tipo de medo; sentimento, o qual, muitas vezes parece ser maior do que aquilo que poderíamos suportar. Temos medo do desconhecido, da ameaça de dor e de outras coisas que as pessoas possam nos induzir, a sentir a fim de obter o controle sobre nossas emoções. leia mais

tans_000txt.jpgA realização de um grande sonho de consumo se materializa quando surge a oportunidade de se comprar um carro. Não interessa se é um daquele tipo que já está isento do pagamento do IPVA, um modelo 1.0 ou um outro modelo que exigirá o pagamento do imposto correspondente a alguns salários mínimos.

Atrás de um volante, muitos motoristas parecem ser transformados. Mesmo não sendo “motoristas mutantes”, quando no trânsito são vítimas de uma fechada ou perdem a vaga de um estacionamento, facilmente colocam as “garras de fora”. Aqueles, que antes pareciam tão centrados emocionalmente, agora demonstram reações contrárias ao seu comportamento usual nessas situações. Em alguns casos, muitos fazem de seus veículos uma arma, disparando em alta velocidade, e tirando a vida de outros ou os matando ao atentar verbalmente contra a sua moral. Infringindo, assim, contra o primeiro mandamento dos motoristas: Não Matar!

O acúmulo de compromissos ou a falta de prudência faz muitos condutores disputarem cada centímetro do asfalto, deixando a educação acontecer numa outra ocasião. Na pressa contra os segundos, colocam em risco a sua própria vida e a de terceiros, esquecendo-se de que a estrada deve ser forma de comunhão entre pessoas e não arma mortal.
Muitas outras surpresas desagradáveis poderão estar reservadas no trânsito, e a direção defensiva é o antídoto para combater ou minimizar os riscos de um futuro aborrecimento. Cortesia e prudência ajudarão a lidar com os imprevistos. Nos tempos em que a insegurança nos assola, os carros ganham filmes escuros nos vidros e temos a impressão de que a película protetora, muitas vezes, embala também a solicitude dos corações de alguns motoristas, tornando-os indiferentes a ponto de faltar com a ajuda ao vizinho necessitado, especialmente vítimas de acidentes.

A busca pelo avivamento de nossas virtudes deverão ser sempre as primícias de nossos relacionamentos. Contudo, existem muitas pessoas ávidas por uma oportunidade de se impor, de alguma maneira, sobre as demais. Para alguns corações desatentos, a ânsia pelo poder alimenta, sorrateiramente, os ânimos fazendo com que tudo se transforme em sinônimo de glória. Não obstante, o valor de um automóvel e suas qualidades podem ser expressão de poder e dominação, e uma ocasião para pecar.

A sensação de poder e o sabor inebriante da liberdade podem fazer com que jovens e adultos inaptos à prática da direção ousem a assumir a função de motorista. Convencer jovens e os não tão jovens a não dirigirem quando não estão aptos a fazê-lo deve ser o compromisso daqueles que dizem amá-los. Pois muitos motoristas incapacitados ou sem condições físicas para dirigir dificultam a vida de outras pessoas inocentes, provocando tragédias. O mínimo que poderíamos fazer ao presenciá-las, ao invés de parar apenas como observadores curiosos, seria apoiar as famílias de vítimas de acidentes sendo solícitos em suas necessidades momentâneas.

Dos grandes aos pequenos acidentes de trânsito é muito comum se presenciar discussões. Nem sempre são relevantes os motivos que alteram os ânimos dos motoristas fazendo-os digladiar com palavras de forma a humilhar o seu semelhante. Cabe a outros motoristas, distanciados da situação, procurar prestar socorro e acalmar os mais exaltados, aproximando o motorista culpado e a vítima para propiciar o perdão.

Se em cada novo motorista habilitado houver o desejo de aplicar nas estradas o senso de proteção e zelo para os mais vulneráveis, respeitando as oportunidades de ultrapassagens seguras e não se valendo do tamanho ou peso de seus veículos sobre os carros de passeio, certamente, nossas estradas se transformarão em grandes veredas, pelas quais cada um que por elas trafegar poderá se sentir responsável pelo seu próximo.
Busquemos cultivar e viver as nossas responsabilidades como intercessores motorizados.

Um abraço a todos. Nós nos veremos no próximo cruzamento!

Dado Moura

Artigo produzido a partir dos Mandamentos para Motoristas, criados pelo Vaticano para promover mais segurança nas estradas. Neste texto, tomei a liberdade de apresenta-los em sua ordem original destacado-os em negrito.

pesquisa1.jpgMuitos comentários e opiniões surgem a respeito das pesquisas com células tronco embrionárias. Especialistas, médicos e cientistas se tornaram outros “deuses” da vida. Defendendo suas posições justificam que o “material” não constitui ainda um ser humano, mesmo que este seja apenas um óvulo fecundado ou um feto de primeiras semanas.

Das pesquisas com as, chamadas, “células tronco embrionária” muitos laboratórios fazem diferentes experiências, desde a busca para o rejuvenescimento até tratamentos mais complexos sobre a regeneração de tecidos.
Projetam expectativas miraculosas para aqueles que anseiam e acalentam a possibilidade de se livrarem das cadeiras de rodas, ou de conseguirem o total restabelecimento físico após ter sofrido um grave acidente que tenha deixado como seqüela a tetraplegia. Com isso, uma multidão de pessoas, envolvidas por essas noticias, é induzida a romper os limites de seus direitos e a atropelar os direitos daqueles que estão sendo gerados com o sangue do seu sangue e carne de sua carne.

Como se essas coisas não fossem o bastante, outras propostas de leis tentam ganhar forças para aprovação junto à opinião pública e consequentemente no congresso nacional. Essas leis, camufladas em estatísticas sobre os óbitos em clínicas clandestinas e amparadospela astúcia dos discursos eloqüentes de seus criadores defendem a legalização do aborto.

Mulheres que tiveram a graça e o poder semelhante ao do próprio Deus – de gerar uma nova vida – interromperam a gestação, quando a gravidez não aconteceu em momento desejado ou quando, esta, comprometia a continuidade de seus projetos.
Talvez, confusas pelas situações que pareciam desesperadoras ou oprimidas por pressões exteriores, negociaram com um carrasco de luvas cirúrgicas seus interesses. Assim, essas mulheres, se dispuseram a ser testemunhas oculares do assassinato do próprio filho, concedendo-lhe como sepultura uma lixeira.

Sem a intenção de condenar essas mulheres, acredito que somente chegaram a praticar tal ato, por estarem envolvidas em total desespero. Entretanto, seria interessante, antes mesmo de considerar as pesquisas de opiniões, atentarmos aos testemunhos doloridos e aos traumas psicológicos daquelas mães que hoje lamentam ter deixado arrancar, de seu ventre, aqueles que nelas pensavam estar abrigados e protegidos dos perigos – um bebê com suas feições.

Entendendo, também, o sofrimento de outros que foram prejudicados ou privados dos seus movimentos físicos. Mesmo assim, não podemos deixar arrefecer nossos sentimentos e valores.
Consideremos que a matéria prima proposta para execução dessas experiências com células tronco embrionárias, consiste na interrupção da vida daquele que tampouco poderá clamar por piedade.

Deus nos abençoe

maca.jpgNo comum do nosso dia-a-dia, raramente encontraremos mulheres com medidas de meninas de 16 anos.

Na busca de maiores chances de trabalho, nossos modelos aceitam viver a ditadura de um modismo que impõe padrões de medidas existentes somente para bonecas.
O glamour das passarelas, dos holofotes, das inúmeras viagens e de grandes somas de dinheiro são alguns dos fatores que agem na cabeça de muitas moças e rapazes que sonham tirar proveito da beleza como trabalho. leia mais

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