Meu relacionamento

a falta de desejo no casamento

Por parte de alguns casais, a pornografia adentrou a intimidade do quarto, na intenção de combater a falta de desejo no casamento.

A gente sabe que o vínculo conjugal, no qual faz parte a intimidade entre um casal, é algo que brota, espontaneamente, do desejo em querer melhor agradar ao outro. E para isso, ninguém precisa de um manual para aprender como bem fazê-lo. Entretanto, para combater a falta de desejo no casamento, por parte de alguns maridos, a pornografia adentrou a intimidade do quarto do casal.

Ainda que haja mulheres que também usam desses artifícios, dos e-mails os quais tenho recebido, na sua maioria, vêm por parte dos homens na justificativa de apimentar a relação ou pela curiosidade em “aprender” algo novo; reproduzindo aqueles atos, os quais, os atores estariam sendo pagos para representar.
Com o vício, seja marido ou mulher, acabaram fazendo da pornografia, parte do seu repertório.

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Um vício chamado pornografiaÉ comum para as pessoas – acostumadas com o pornográfico – manifestar atitudes lascivas nas conversas, nos olhares, nos pensamentos, como também em seus gestos de carinhos, infelizmente, nem sempre puros.

Atualmente, uma das maiores fontes de recursos financeiros é a indústria pornográfica, que cresce a cada ano, não somente nos Estados Unidos como também no Brasil.
O acesso para este tipo de produto modernizou-se, e para ficar menos ofensivo, trocou de nome.  Aquilo que era sinônimo de vulgaridade, para se tornar mais popular, passou a ser conhecida como “produto destinado ao público adulto”. leia mais

Um sentimento chamado paixãoA paixão deverá ser capaz de acender o “pavio” do verdadeiro amor

Quando se fala de paixão, freqüentemente fazemos ligação com algo relacionado ao amor ou ao sexo. De alguma maneira, esta se caracteriza por nos impulsionar a realizar nossos mais profundos desejos. Ela, nos estimula a levar um projeto de vida até o fim.

De outra maneira muito particular, sabemos que a paixão também está relacionada à dor e ao sofrimento. leia mais

mousePor meio da Internet, abriu-se a porta para um mundo emocionante. Neste espaço cibernético, os acessos ao conhecimento e à facilidade de comunicação não poderiam passar despercebidos. Diferentemente de qualquer outra mídia, a Internet exerce um grande poder de influenciar jovens, crianças e adultos, oferecendo a todos o poder de escolha e decisão sobre o consumo de seu conteúdo.


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Assim como não podemos negar o poder de formação e da facilidade de conhecimento oferecidos por esse novo meio de comunicação, também não poderíamos deixar de comentar a popularização dos sites pornográficos, multiplicados pela Internet.

Vale lembrar que a pornografia sempre esteve presente em nossos dias: nas bancas de revistas, na TV, cinemas, entre outros. E migrou para dentro de algumas casas por meio de vídeos e, atualmente, com o acesso à Internet, muitas pessoas se vêem presas ao consumo desses conteúdos. Obviamente que não podemos culpar a Web pelo aumento desse tipo de “serviço”, mas, às pessoas que se dedicam, de alguma forma, a viciar outras, que se deixam levar pelo desejo lascivo e pela fantasia.

O dispositivo [Internet] que foi criado com o objetivo de se tornar um objeto de facilitação de nossos trabalhos e de troca de informações, muitas vezes, é reduzido apenas a um objeto de “entretenimento“, ao qual nenhum pai permitiria que suas crianças tivessem acesso, ou nenhuma empresa permitiria seus funcionários fazer o “coffe-break” diante de tais sites.

A interatividade proposta pelos softwares, desvirtuou-se nas salas de bate-papo, pois, muitas vezes, participam pessoas, que em função de suas carências, buscam na fantasia virtual saciar aquilo que antes precisaria ser curado.

Acredito que os efeitos “alucinógenos” causados pela pornografia são tão nocivos quanto qualquer outra droga. Algumas pessoas, por se sentirem protegidas atrás de seus computadores, se permitem consumir conteúdos cada vez mais bizarros, comparados, por exemplo, a outros disponíveis 20 anos atrás.

Através de áudio e vídeo, a pornografia violenta o direito de privacidade do indivíduo, expondo-o como um objeto de abuso, diminuindo sua dignidade e subjugando-o a condições vexatórias.

Em contrapartida, aqueles que consomem tais produtos, estimulados pela curiosidade e sucumbindo a desejos desenfreados, poderiam provocar a instabilidade de seus relacionamentos na tentativa de experimentar o que viram. Além de comprometer o verdadeiro valor da expressão sexual humana, desvirtuando o verdadeiro propósito da intimidade conjugal.

Assim como se faz necessário para um dependente químico que, ao perceber sua fraqueza, procura por ajuda, acredito também ser urgente aos que se arriscam em acessar conteúdos dos quais se envergonhariam se fossem surpreendidos por seus patrões, esposas, filhos ou pais – submetendo-se aos apelos pornográficos.

Deus nos abençoe

Dado Moura

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