Meu relacionamento

o poder de um super-homemMuitos homens se enveredam pelos caminhos da depressão, quando experimentam o fracasso exatamente naquilo que pensava ter o controle.

No convívio do nosso dia-a-dia percebemos que, ao contrário das mulheres, são poucos os homens que se dispõem a elogiar o desempenho ou a atitude de um colega de trabalho. Quando estes ousam reconhecer o feito do outro, quase sempre se limitam a fazê-lo por meio de poucas palavras, tais como: “Parabéns!” ou “Foi um bom trabalho!”
Talvez resistam tanto em consequência de uma disputa inconsciente e ainda primitiva – herança de seus ancestrais – disputa esta que os obrigava a garantir a supremacia dentro de seu grupo. Ao depararem com um amigo que se encontra aborrecido com alguma coisa, também reagem de maneira superficial com as palavras. Eles mal se oferecem para escutar o companheiro, mas, tentam ajudá-lo com uma outra atitude na tentativa de desviar a preocupação do colega a respeito do problema. leia mais

Reconhecer os nossos errosReconhecer os nossos erros é expor as nossas fraquezas, as quais, muitas vezes, constrangedoras

Reconhecer que erramos é uma ato digno de condecoração, pois embora seja um gesto simples, ele mexe com o nosso brio.
A atitude de nos isentar daquilo que fizemos de errado é quase que instintiva e que poderíamos dizer que surge num ato de autodefesa. Entretanto, ao contrário daquilo que poderia ser uma característica da perspicácia de alguém, traduz-se num ato nada honroso. Leia mais

Na hora de romper o namoroNa hora de romper o namoro a conversa precisa ser pautada nos argumentos que justificam a decisão pelo fim do relacionamento.

Sabemos que um relacionamento exige esforço, especialmente quando nos deparamos com as diferenças que a outra pessoa traz. Muitas vezes, depois de um período de namoro, podemos chegar à conclusão que o sentimento, os esforços e o desejo de construir uma história em comum não encontraram reciprocidade na convivência com a outra pessoa. Em outros casos, diante dos acontecimentos entre o casal, percebe-se que o relacionamento perdeu o sentido ou a opção de assumir o namoro foi precipitada. Leia mais

Tenho medo do casamentoO peso das responsabilidades somados às estatísticas, que apontam o crescimento de casais divorciados, podem realmente intimidar os nubentes.

Haverá momentos em que precisaremos assumir um compromisso mais sério com alguém, e o nosso dilema será saber se estamos fazendo a melhor escolha. Certamente, essa hesitação seria menor se fosse possível adivinhar as conseqüências de nossas opções; o que é praticamente impossível. Fica a nosso critério apenas tentar descobrir os procedimentos para melhor alcançar nossos propósitos. leia mais

A maneira que temos para controlar o sentimento de medo pode estar na maneira como reagimos a ele.

Todos nós sentimos algum tipo de medo; sentimento, o qual, muitas vezes parece ser maior do que aquilo que poderíamos suportar. Temos medo do desconhecido, da ameaça de dor e de outras coisas que as pessoas possam nos induzir, a sentir a fim de obter o controle sobre nossas emoções. leia mais

8381txt.jpgMuitos namoros, por terem assumido propósitos diferentes, não conseguem fluir ou atingir o amadurecimento que deveriam ao longo dos anos, conforme o desejado. Talvez, sem perceber ou por falta de coragem em admitir a insatisfação diante do outro, alguns casais, no tempo em que estão juntos, limitam-se a poucas palavras ou até mesmo mal manifestam interesse pelo outro.

A insatisfação gera descontentamento e este pode ser refletido nas atitudes de grosseria, rispidez nas palavras e até de isolamento por parte dessas pessoas que não conseguem se encontrar no relacionamento. Quando isso acontece, como se costuma dizer, quem “paga o pato” são as pessoas mais próximas, neste caso: familiares e amigos.

Diante de alguma dificuldade ou quando os nossos projetos não estão se desenvolvendo como gostaríamos, pouco a pouco, a falta de estímulo e o ardor para assumir novas atitudes desaparece. Pode-se até admitir que foi diferente a maneira como se iniciou o relacionamento ou que a pessoa não seja tão romântico(a) como se gostaria que ele(a) fosse. Quando os namoros começam a patinar, entrando numa rotina sem progresso, muitos acabam se limitando à superficialidade de uma amizade.

Muitas vezes, seja por comodismo ou por alguma liberdade que se acredita ter adquirido no convívio, os namorados podem correr o risco de preferir continuar arrastando o relacionamento em vez de definir a situação, mesmo que os sinais vitais deste indiquem “falências múltiplas”. Ainda que os casais se esforcem em simular uma alegria com este relacionamento, o olhar contesta com a falta do brilho de vigor. A situação se agrava ainda mais quando ambos caem na tentação de buscar a frieza do isolamento, evitando partilhar com alguém que possa oferecer ajuda sensata sobre aquilo que estão vivendo.

Talvez a falta de coragem para definir o rompimento dessa relação débil é adiada pelo medo de não encontrarem outra pessoa por quem possam novamente se apaixonar. Infelizmente, muitas pessoas tentando remediar a situação – e por julgarem que o sexo poderia mudar alguma coisa na relação –, acabam se complicando ainda mais com uma gravidez.
Se o namoro já manifestava sinais de fraqueza, poderia o casal ser forte o bastante para suportar uma responsabilidade que o acompanhará por toda uma vida? Ou se a pessoa com quem estamos nos relacionando não parece ser o homem ou a mulher ideal, que se esperava encontrar, poderia ser agora uma muleta somente para não se ficar sozinho(a)?

Se entendemos que a nossa vida é composta de etapas, as quais vamos vencendo e aprendendo com cada uma delas, não podemos insistir na direção errada ao percebermos que as placas de nossa “estrada” indicam outra direção. Da mesma forma, se depois de algum tempo, percebemos que o namoro não corresponde com o que desejávamos, por que então insistir em “malhar em ferro frio”?

Deixar de acreditar na sua própria capacidade de decisão e escolha é fechar as portas das oportunidades para a felicidade que se almejava alcançar.

Que o Espírito Santo venha em auxilio de nossas fraquezas, e abrindo nossos olhos não corramos o risco de subestimar os toques d’Aquele que caminha conosco.

Um abraço

Dado Moura

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