Meu relacionamento

a falta de desejo no casamento

Por parte de alguns casais, a pornografia adentrou a intimidade do quarto, na intenção de combater a falta de desejo no casamento.

A gente sabe que o vínculo conjugal, no qual faz parte a intimidade entre um casal, é algo que brota, espontaneamente, do desejo em querer melhor agradar ao outro. E para isso, ninguém precisa de um manual para aprender como bem fazê-lo. Entretanto, para combater a falta de desejo no casamento, por parte de alguns maridos, a pornografia adentrou a intimidade do quarto do casal.

Ainda que haja mulheres que também usam desses artifícios, dos e-mails os quais tenho recebido, na sua maioria, vêm por parte dos homens na justificativa de apimentar a relação ou pela curiosidade em “aprender” algo novo; reproduzindo aqueles atos, os quais, os atores estariam sendo pagos para representar.
Com o vício, seja marido ou mulher, acabaram fazendo da pornografia, parte do seu repertório.

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vontade e desejos

Vontade e desejos: muitos desses desejos podem se tornar compulsivos, fazendo com que a pessoa se torne escrava de suas próprias vontades.

Quando eu era apenas um menino, meu sonho era encontrar o gênio da lâmpada mágica para que ele realizasse as minhas vontades, mesmo sabendo que teria apenas três desejos. Mas, se existisse um gênio que realizasse tais coisas, por que razão ele colocaria a condição de atender apenas três desejos, conforme indica a fábula? Qual seria a diferença entre vontade e desejo? More »

Os efeitos da fofoca

Da mesma maneira que a lenha é combustível para o fogo, os efeitos da fofoca podem provocar discórdias.

Já sofremos muitas vezes com os efeitos malévolos da fofoca em nossos relacionamentos.
Muito longe de um diálogo, certos comentários rompem com qualquer possibilidade de entendimento, pois nunca acontecem na presença da pessoa de quem se fala. Quase sempre as observações feitas nesta conversa acontecem em tom de maldade e exageros, sobre uma verdade distorcida, a qual, as pessoas se julgam capazes de dar soluções para a vida de outros.
Seja por conta de um problema que alguém está vivendo momentaneamente ou até mesmo pelo sucesso em seus empreendimentos, sempre haverá alguém desejoso (a) em fazer suas especulações.
Assim, no propósito de “fazer apenas um comentário”, a conversa termina estabelecendo conceitos nada edificadores a respeito de quem não pode se defender. Leia mais

Um vício chamado pornografiaÉ comum para as pessoas – acostumadas com o pornográfico – manifestar atitudes lascivas nas conversas, nos olhares, nos pensamentos, como também em seus gestos de carinhos, infelizmente, nem sempre puros.

Atualmente, uma das maiores fontes de recursos financeiros é a indústria pornográfica, que cresce a cada ano, não somente nos Estados Unidos como também no Brasil.
O acesso para este tipo de produto modernizou-se, e para ficar menos ofensivo, trocou de nome.  Aquilo que era sinônimo de vulgaridade, para se tornar mais popular, passou a ser conhecida como “produto destinado ao público adulto”. leia mais

Sobriedade, a virtude prática na vidaSabemos o quanto é difícil a convivência com alguém que vive às voltas por um “trago”. Numa família, todos sofrem; tanto o viciado quanto os demais membros da casa.

Muitos de nós já ouvimos alguém dizer, mesmo em tom de brincadeira, que a sobriedade é uma escolha. Se a brincadeira for levada ao pé da letra, a pessoa escolhe, conscientemente, por não querer ter atitudes e pensamentos centrados e equilibrados, pelo menos durante um período de tempo. Ironicamente,outras pessoas enfrentam grandes dificuldades em viver na própria sobriedade. São pessoas que se veem amarradas a algum tipo de vício. Elas se sentem envolvidas por uma necessidade compulsiva de fumar, beber ou se drogar. Sem forças para lutar contra um desejo nocivo, essas pessoas se intoxicam até perderem os sentidos básicos que as diferenciam de um ser irracional. Para essas pessoas, optar pela sobriedade é mais que uma questão de honra, é um motivo para conquistar a vida. leia mais

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Acreditar que vale tudo pela emoção do sonho realizado pode levar muitos a desfazer o “castelo” que tinham idealizado.

O Brasil tem o privilégio de promover a grande festa do carnaval, renomado pela beleza dos desfiles, pela grande quantidade de pessoas que se mobilizam para trabalhar na “indústria da alegria”, assim como por outras centenas de milhares de turistas que vêm para apreciar esse espetáculo. Ao ritmo de percursionistas, grupos de passistas marcam a cadência e a harmonia de suas evoluções. Todos os integrantes, empenhados num mesmo ardor, desfilam, com esmero, sua animação e alegria ao longo de 60 minutos. Realmente, é um espetáculo grandioso!


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Hoje, por outro lado, não podemos negar que essa festa se tornou também um modo de extravasar outros desejos, os quais são encarados com certa naturalidade pela sociedade nesta época do ano. Muitos de nós, querendo viver momentos de alegria e prazer, lançamos mão das justificativas de uma liberdade provisória, – talvez aspirando anestesiar frustrações ou carências – e avançamos decididos, passando por cima das barreiras do pudor.

“Pierrôs” e “Colombinas”, sedados pelos apelos e pelo ambiente, envolvem-se no consumo de drogas, bebidas alcoólicas e sexo desregrado – muitos deles auxiliados pelo Estado, que disponibiliza dispositivos de contracepção para o público. Após cada dia de folia, encontramos pessoas pelas ruas, as quais não conseguiram voltar para casa devido à embriaguez. Outras, conscientes do descompromisso, permitem-se envolver intimamente com alguém que conheceu no salão de baile.

Dessa maneira, adultos e adolescentes – enredados por todos os atrativos – perdem o sentido de responsabilidade e se lançam nas corredeiras do “vale tudo”.

Sabemos que não temos “sete vidas” assim como também não possuímos uma “tecla de retrocesso”, por meio da qual podemos corrigir os atos mal sucedidos. Acreditar que vale tudo pela emoção do sonho realizado pode levar muitos a desfazer o “castelo” que tinham idealizado. Pois, de alguma maneira, as conseqüências de nossas opções certamente nos atingem, assim como também atingem as pessoas mais próximas. Estar conscientes dessa realidade nos ajuda a nos empenharmos em favorecer somente a comunhão de nossas alegrias com os demais.

Buscar oportunidades de realizar nossos sonhos e desejos é nosso direito, entretanto, descobrir como vivê-los de maneira saudável e duradoura é a atitude que precisa ser observada – não apenas nos dias de grandes celebrações –, mas a cada dia de nossa existência.

Um abraço,

Dado Moura

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